o que me salva.

Reconhecer
que é só quando se está disposto a deixar que entre esta alegria é que se faz o encontro.

Ter
maturidade suficiente para deixar que as pessoas circulem pelo emaranhado da minha vida. Sem pedir que elas fiquem. Eu não as possuo. Eu as quero livres.
Isso, deixar que as pessoas sejam. É amor, ou carinho, ou cuidado, ou qualquer-outro-nome-para-esse-sentimento-bom. O resto se reduz ao egoísmo, meu egoísmo. Batalha travada desde sei lá quando.

Vê se me entende: é bom que a gente se esforce pra ser feliz. Utopia ou não, é bom que a gente se esforce para a vida.
Acordo e algumas frases me alertam para um querer imenso: “luz nas trevas”; “nenhuma palavra torpe saia da vossa boca senão para a edificação do outro”; “começa no coração, e este não se comunica pacificamente com teu cérebro, menina”.

Simultaneamente, ouço uma voz um tanto conhecida que me diz: minha filha, vá viver.

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